Caminho das Ararunas
- 23 de fev.
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Foram 130 km, em 8 dias, passando por sítios arqueológicos, ruínas históricas, grutas, cânions e até cachoeiras, algumas secas. Com destaque para os atrativos do Parque Estadual Pedra da Boca e o Cânion da Serra Verde.
Uma vegetação distinta daquela que nossos olhos já conheciam, que inclui, como joia rara guardada pelo sertão, um resquício de Mata Atlântica: a Reserva Legal Mata do Seró, no município de Dona Inês.
Como esperado, muito sol, calor e inédito consumo de água. Para nossa surpresa e dos próprios guias, chegamos a ver enxurradas; cachoeiras que normalmente têm pouca ou nenhuma água estavam cheias, a ponto de impedir algumas passagens.
A Araruna, ou arara-azul-grande, é a maior das araras, com quase um metro de comprimento e uma plumagem azul-cobalto intensa. Pensei que veríamos algumas por lá, mas não é mais possível. Para a região é apenas uma lembrança. O Caminho carrega o sonho de vê-las novamente, de trazer de volta o azul que um dia coloriu a Serra da Araruna.
Participaram da aventura (foto): Marie, Casue, Edgar, Cinthia, Marli, Edna, Kelma, Selma e Luís Eduardo.
Mais detalhes no livro Trilhando Caminhos.






















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